começar um negócio

Quero empreender. E agora? Dicas para começares o teu negócio

Por vezes olhamos para negócios bem sucedidos e comparamos-nos com eles. Não percebemos por onde começar um negócio e vir a ser como eles. É a pensar nestas dificuldades iniciais que escrevemos este artigo. Para ti que queres começar o teu negócio e não sabes bem por onde.

As boas soluções não caem do céu

É comum associarmos sucesso a uma boa solução.

Quando olhamos para o mercado e vemos empresas bem-sucedidas, normalmente as soluções que nos mostram são excecionais. Parece que tudo foi testado e pensado ao pormenor. Acima de tudo, parece que aquelas soluções excecionais nasceram de um dia para o outro. É verdade que tudo foi pensado ao pormenor, mas é mentira que as soluções nasceram de um dia para o outro. Provavelmente essas soluções estão a ser desenvolvidas e validadas há anos ou décadas e, mesmo assim, necessitam de ser melhoradas constantemente. 

Apostamos até que, se olharmos para essas mesmas soluções que hoje em dia tanto trazem às nossas vidas e virmos como eram há uns anos atrás, nos íamos rir do quão ridículas eram. No entanto, elas continuaram a melhor resolver um problema real e, hoje em dia, são soluções sem as quais não conseguimos viver. Essa transformação vem de algo profundamente importante quando começamos um negócio – tudo começa num problema e não na solução.

Definir o produto, montar a estrutura, criar capacidade de resposta. Tudo não chega se, na origem da ideia, não estiver ‘um problema’. É da dimensão desse problema que resulta o sucesso da solução que se vai construir.

Problema, problema, problema – foco no problema

Tudo começa com um problema. 

A identificação de um problema é provavelmente a premissa mais importante quando começamos a construir um negócio. Ao especularmos sobre um problema, partindo das nossas pressuposições, torna-se necessário entendermos se esse problema é realmente um problema e acima de tudo, se é grave o suficiente para alguém pagar para o ver resolvido. Aqui é onde, normalmente, nós cometemos o primeiro erro. Estamos tão focados nas nossas soluções e o problema parece-nos tão óbvio que não há sequer espaço para duvidar da sua inexistência. Assim, gastamos tempo e recursos a construir e a lançar uma solução genial para problema nenhum. 

Quando acordamos, por vezes é já tarde demais. Erro número um.

Ideias são de graça, o difícil é executar

Depois de validado o problema, é altura de construirmos uma solução especifica para esse problema. Contrariamente ao que se pensa, ter boas ideias é o processo mais fácil. O difícil está na boa execução dessas ideias. E uma boa execução prende-se com a capacidade que temos de construir algo simples, validar com potenciais clientes e reconstruir a nossa solução com base nessa aprendizagem. Não é fazer isto uma vez, mas fazer constantemente e infinitamente. 

É certamente exaustivo, mas muitas vezes necessário para se sobreviver.

A importância das primeiras vendas

A melhor forma de validação do nosso produto é a venda. Quando um cliente estiver disposto a pagar pelo que lhe oferecemos, estamos de parabéns, estamos no bom caminho. Se, por outro lado, nesta altura ainda não estamos a vender, é necessário reconstruir a nossa solução ou verificar se ela, realmente, está a resolver um problema.

O desafio do empreendedor é testar mais, mais rápido, gastando o mínimo de recursos. Para que possa tentar mais vezes, otimizando as oportunidades de sucesso.

É exatamente esta a abordagem que seguimos no nosso Programa de Ignição, para quem quer começar um negócio. Este programa já apoiou mais de 140 empreendedores a estruturar e validar as suas ideias de negócio no mercado, de forma rápida, simples e a baixo custo. Se sentes que precisas de ajuda para dar o primeiro passo, sabe mais na página dedicada ao programa

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